Preconceito de
gênero e discriminação racial são algumas das principais causas do excesso de
violência em nossa sociedade. Fato que propõe que as escolas e os estudantes
exerçam a influência que possuem na sociedade, em função desse cenário.
É inegável
que quem sofre preconceito de gênero, principalmente mulheres, sofre também uma
violência, uma vez que são tratadas na sociedade como sendo inferiores perante
os homens simplesmente por serem mulheres. Isso faz com que os mesmos se achem
no direito de realizarem atos violentos, como se negligência, assédio e estupro
fossem coisas normais.
Além disso,
percebe-se o quão violenta é a sociedade quando trata-se de discriminação
racial, visto que a mesma está em todos os lugares, seja na escola, no ambiente
de trabalho, na rua ou até mesmo nas redes sociais, onde o opressor busca se
valorizar diminuindo a vítima através de violência.
Nesse
sentido, é notório o papel que a escola pode exercer nesse contexto, pois,
enquanto instituição formadora ela pode influenciar os jovens a pensarem
diferente do senso comum, assim, formar neles o caráter de que todos são iguais
consequentemente fazendo com que os atos violentos sejam execrados com o
decorrer do tempo.
Portanto, é
necessário que haja uma reformulação nos métodos escolares, por meio de professores qualificados que abordem a violência, realização de palestras, em que os alunos não só assistam, mas também apresentem sobre o tema em questão, aumentar o número de aulas de história, filosofia e sociologia com a temática em pauta, a fim de fomentar nos alunos a vontade de mudança, caminhando para uma sociedade não violenta.
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