segunda-feira, 13 de junho de 2016

Crenças e Valores

              Durante as aulas de filosofia, nos foi proposto listar dez crenças e dez valores que cada um de nós temos individualmente. Essa atividade apesar de muito simples, foi um tanto quanto complicada de ser executada, uma vez que a ideia de "crenças" e "valores" não estavam bem claras na minha concepção. Dessa forma, para entender melhor busquei esclarecer tais ideias. 
              Quando pensamos em "crenças", já vem a nossa cabeça coisas relacionadas com religião, como em "creio em Deus", "minha crença religiosa"  mas a crença não está ligada apenas a divindades, é muito mais do que podemos imaginar inicialmente, pois ela é toda ideia que tomamos como verdade, que damos todo o crédito e que faz parte da nossa vida. Um simples exemplo de crença seria dizer "eu sou digno", visto que é algo que confiamos estar certo.
          As crenças são de extrema importância, pois tudo o que fazemos são baseados em coisas que acreditamos, ou seja, baseado em crenças. O que pode ser bom ou ruim, pois assim como podemos crer que somos pessoas dignas, podemos crer que não somos pessoas dignas, por exemplo.
              Já quando falamos em valores, o que vem a nossa cabeça? Pode ser que pensemos em algo relacionado a questões financeiras, que tenha determinado preço, ou uma quantia estipulada, mas não irei seguir esse sentido, vou tratar sobre valores pessoais, que cada um de nós possui.
          De acordo com pesquisas que realizei para entender mais sobre a temática, percebi que o primeiro passo para listarmos é conseguir descobrir nossos próprios valores, tarefa que não é tão fácil, em razão de sermos a todo momento influenciados pela sociedade a nossa volta. Mas, não é impossível. Basta começarmos uma reflexão sobre o que realmente importa para nós, como família, dignidade, fidelidade, entre outros.
          Depois de entender melhor sobre o que vem a ser "crenças"e "valores" percebo que, a princípio pensamos superficialmente sobre as seguintes questões, e que na verdade são coisas muito amplas que colocamos em prática a todo momento, todos os dias, e que são de grande relevância em nossa vida. Fato que me faz querer saber mais sobre, para compreender melhor o meu próprio eu, a fim de me tornar uma pessoa melhor.
       

Um mundo sem violência é possível?




          Preconceito de gênero e discriminação racial são algumas das principais causas do excesso de violência em nossa sociedade. Fato que propõe que as escolas e os estudantes exerçam a influência que possuem na sociedade, em função desse cenário.

          É inegável que quem sofre preconceito de gênero, principalmente mulheres, sofre também uma violência, uma vez que são tratadas na sociedade como sendo inferiores perante os homens simplesmente por serem mulheres. Isso faz com que os mesmos se achem no direito de realizarem atos violentos, como se negligência, assédio e estupro fossem coisas normais.

          Além disso, percebe-se o quão violenta é a sociedade quando trata-se de discriminação racial, visto que a mesma está em todos os lugares, seja na escola, no ambiente de trabalho, na rua ou até mesmo nas redes sociais, onde o opressor busca se valorizar diminuindo a vítima através de violência.

          Nesse sentido, é notório o papel que a escola pode exercer nesse contexto, pois, enquanto instituição formadora ela pode influenciar os jovens a pensarem diferente do senso comum, assim, formar neles o caráter de que todos são iguais consequentemente fazendo com que os atos violentos sejam execrados com o decorrer do tempo.

          Portanto, é necessário que haja uma reformulação nos métodos escolares, por meio de professores qualificados que abordem a violência, realização de palestras, em que os alunos não só assistam, mas também apresentem sobre o tema em questão, aumentar o número de aulas de história, filosofia e sociologia com a temática em pauta, a fim de fomentar nos alunos a vontade de mudança, caminhando para uma sociedade não violenta.